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Entrevista: Cristina Melo


Cristina Melo: mãe e escritora. Essa carioca, que nasceu no bairro da Penha, subúrbio do Rio de Janeiro, cresceu apaixonada por duas coisas que mais ama fazer: ler e escrever histórias. Seu lugar favorito na escola sempre foi a biblioteca. De lá pra cá, esse amor foi crescendo cada vez mais e até mesmo fez ela deixar a vida como empresária no ramo de Petshop para dedica-se integralmente à escrita.

Ela até lê de tudo um pouco, mas o romance a encanta. Não é à toa que essa paixão a inspirou tanto que enfim começou a escrever seu primeiro romance: "A missão agora é amar". A inspiração surgiu depois de assistir ao noticiário local sobre mortes de policiais em serviço. Desse primeiro livro, nasceu uma série com mais três volumes: "Amor Súbito" (#2), "Resgatando o Amor" (#3) e "Mudança de Planos" (#4). O sucesso da série é tão grande que já ultrapassou fronteiras e foi lançado em Portugal através da Chiado Editora

Mas não para por aí! Cristina também é autora dos contos "Surpresas na Primavera" (As quatro estações do amor, 2016), "Momentos" (Love is in the air, 2017) e "Minha sentença é você: Conto de natal", que é uma continuação do romance "Minha sentença é você". 

E o bate-papo de hoje é com ela, Cristina Melo. Vamos saber mais sobre os caminhos dela pelo mundo da literatura e outras coisitas mais. 


PEDRO: Cristina, você escreve desde os 11 anos. Há cinco anos você enfim publicou seu primeiro livro. No total, de lá pra cá já são cinco livros e dois contos em formato digital. Como começou essa paixão pela literatura?


CRISTINA: Comecei a me apaixonar pela leitura ainda criança com livros que pegava na biblioteca da escola, depois disso nunca mais deixei de ler, sempre escrevi pequenos textos que eram guardados a sete chaves até o momento que dei iniciei a escrita do primeiro livro.



P: Você também já participou de duas coletâneas. Tanto essas como suas obras solo, sempre falam do amor verdadeiro, da cumplicidade e dos desafios que um casal pode enfrentar para viver uma grande e linda paixão. Todas as histórias sempre com uma boa dose de humor e erotismo. De onde vêm as inspirações na hora de escrever?


C: Eu me inspiro na vida, em meus livros gosto enredos mais reais, casais possíveis. Tudo me inspira: uma conversa com amiga, viajar, assistir um filme, ouvir música ou como foi em: A missão agora é amar, que me inspirei assistindo ao noticiário local. 


P: A série "Missão Bope" mergulha no mundo dos policiais que fazem parte do Batalhão de Operações Policiais Especiais (BOPE). Por que trazer as vivências deles na série?


C: Como você disse acima, a série se originou de um livro que era pra ser único, mas outros personagens também quiseram contar suas histórias. A ideia da série é dar a visão ao leitor do lado humano do policial, claro que conto um parte de seu trabalho, mas minha inspiração para essa série era relatar um pouco da preocupação da família por conta dessa profissão tão complexa e heroica ao mesmo tempo e graças a Deus a missão vem sendo cumprida, recebo muitas mensagens de familiares dizendo que se enxergam nos personagens e de outros leitores que dizem que hoje enxergam o policial de outra forma.



P: Você vai participar da Bienal do Livro no Rio de Janeiro e vai lançar o quarto e último volume de "Missão Bope": "Mudança de Planos". O que essa nova história aborda?

C: Temos cenas bem divertidas protagonizada por um casal que é avesso a relacionamento, mas o foco principal pra mim nesse livro é abordar um outro lado do policial que são transtornos psicológicos causados pela profissão, a maioria de nós não imagina a pressão que é submetido um policial em sua rotina diária e o índice de afastamento por conta desses traumas vem crescendo a cada ano. 


P: Da série, qual o volume que você mais demorou para escrever? Por quê?

C: Foi o último: Mudança de Planos, por conta de alguns projetos que se intercalaram junto a escrita dele. 



P: Tem algum gênero literário que você ainda não se vê escrevendo? Por quê?

C: Acho que não me imagino escrevendo terror, não é um gênero que eu curta muito.



P: Como você avalia o atual cenário da literatura no Brasil?

C: Infelizmente temos um público leitor muito pequeno e alinhado a crise no país contribui para a queda dos que consomem livros e no crescente de novos leitores. Acho que falta uma política melhor de incentivo a leitura e se isso fosse mais forte nas escolas, teríamos mais crianças apaixonadas por livros. 


Vamos para um ping pong:

Signo: Câncer
Uma sobremesa: brigadeiro
Um livro: A arte de correr na chuva
Uma autora: Colleen Hoover
Um autor: Nicholas Sparks
Uma música: If I Aint’t Got You
Uma mania: amo escutar músicas e tenho a mania de identificar alguns amigos por músicas, cada um me lembra uma música. Hahaha
Um lugar: Angra dos Reis
Um programa de TV: Telejornais e seriados
Um sonho realizado: Ter um livro publicado
Um sonho ainda não realizado: ter meu livro publicado em muitos países
Uma curiosidade sobre você: não costumo ler sinopses, gosto de começar a leitura de um livro sem saber absolutamente nada sobre ele.
Um amor: minha filha
Um medo: não superar meus medos
Um momento marcante: o nascimento da minha filha
Minha família: minha base
A literatura: minha paixão e o que me move.
Uma frase: “A fé elucida apenas o impossível, o possível é com você.”


P: Como eu já disse, você vai participar da Bienal do Livro deste ano. Como é para você novamente fazer parte de um dos maiores eventos de literatura do país e poder estar pertinho de parte dos leitores que gostam das histórias que você escreve?

C: Um livro só é nosso enquanto estamos escrevendo, depois ele passa a ser de todos e essa troca com o leitor é algo incrível, eu amo receber mensagens e fico muito feliz de poder conhecer pessoalmente, alguns se tornam grandes amigos.



P: Cristina, você já publicou de forma independente e através de três editoras. Atualmente você tem contrato com a The Gift Box. Quais as dicas que você dá para os autores que estão começando a escrever e buscam publicar um livro?

C: Primeiro de tudo ser apaixonado elo que faz, depois aprender a escutar, estudar para estar evoluindo sempre e ter muita persistência, a caminhada não é fácil, mas se acredita no seu trabalho, desistir não pode ser uma opção.


P: Aproveitando o momento, você está preparando novidades para seus leitores?

C: Estou finalizando um projeto, mas não posso falar sobre ainda, só que chega ainda esse ano.


P: Qual a mensagem que você deixa para seus leitores, principalmente aqueles que acompanham seu trabalho desde os primeiros textos que ganharam vida através da internet ou de papel?

C: Só amor por essas pessoas que me enchem de carinho, me incentivam a continuar todos os dias, que me ajudam na divulgação do meu trabalho e apoiam diariamente. Não teria palavras para expressar a minha gratidão, só posso dizer que vocês foram e são muito importantes em cada passo da minha caminhada. Beijos em seus corações. 


Aproveitem para acompanhar o trabalho de Cristina através das redes sociais: 




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O nazismo e sua face mística


Já ouviu falar em “misticismo nazi”? Trata-se de uma subcorrente do nazismo que combinava ocultismo, esoterismo e paranormalidade. Esta vertente é relatada na obra "A Filha do Reich", romance de ficção ambientado na Alemanha de 1943, escrito pelo jornalista e historiador Paulo Stucchi, lançamento da editora Jangada, do grupo Editorial Pensamento.  

É fato que a face mística do nazismo é pouco explorada, mas foi contextualizada nesta ficção de fundo histórico como um grande mistério. Este lado oculto do movimento deixou a trama ainda mais instigante.

Em várias partes do livro, o escritor faz referência ao “misticismo nazi” e atribui o segredo sobre a enigmática filha de Reich a esse poderes ocultos. “De fato, os nazistas investiram muito dinheiro em pesquisas sobre ocultismo - financiaram expedições à Amazônia atrás da Cidade de Ouro, ao Oriente Médio em busca do Santo Graal e da Arca da Aliança”, esclarece Paulo.



Um dos protagonistas, o designer Hugo Seemann, filho do ex-soldado alemão e Olaf Seemann, descobre a Versteckstudiumliga (liga de estudo do oculto). O que está por trás dessa organização? Segredos obscuros que os membros do Terceiro Reich, a todo momento, tentam esconder.

E um deles envolve a tal garota misteriosa. É claro que esses fatos fazem parte da ficção, mas têm como base uma intensa pesquisa do jornalista. Na verdade, a intenção do escritor nunca foi ser fiel aos acontecimentos, mas “usá-la como catalisador criativo”. 

Conheça mais sobre a narrativa da obra: 

Sinopse do livro: Ao receber a notícia da morte de seu pai Olaf – um ex-soldado alemão refugiado no Brasil –, Hugo Seemann viaja à Serra Gaúcha para cuidar do funeral. Contudo, o que parecia ser uma mera formalidade de despedida a um pai que nunca conhecera de verdade, torna-se uma jornada ao passado – aos horrores da Alemanha nazista. Durante o funeral, Hugo recebe a visita da jovem Valesca Proença, que lhe mostra uma carta enviada por Olaf à sua mãe, contendo estranhas revelações que contradizem tudo o que achavam que sabiam a respeito de seus respectivos pais. Buscando desvendar esses antigos segredos há muito enterrados, eles partem para Colônia, onde descobrirão suas origens e o passado sombrio de Olaf. Uma trama envolvendo amizades, traição, morte, amor e milagres que uma obscura organização surgida na época do Terceiro Reich fará de tudo para manter em segredo, na intenção de encobrir a verdadeira identidade sobre uma criança conhecida somente como... A Filha do Reich.

Autor: Paulo Stucchi | Editora: Jangada (Grupo Pensamento) | Páginas: 416| Adicione: Skoob | Compre: Amazon - Físico ou E-book


Sobre o autor

Paulo Stucchi é jornalista e psicanalista. Formou-se em Comunicação Social pela Unesp Bauru. Ele é especialista em Jornalismo Institucional pela PUC-SP e Mestre em Processos Comunicacionais, com ênfase em Comunicação Empresarial pela Universidade Metodista de São Paulo. Trabalhou como jornalista em revistas e jornais impressos, tornando-se editor, por treze anos, de uma publicação segmentada para o setor gráfico. Divide seu tempo entre o trabalho de assessor de comunicação e sua paixão pela literatura, principalmente, romances históricos. Também é autor de Menina – Mitacuña, O Triste Amor de Augusto Ramonet, Natal sem Mamãe e A Fonte.





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"Exorcismo: O Ritual Romano": Descubra o mal que se entranha nas sombras do Vaticano


O mal se manifesta onde menos se espera. Escondido sob as vestes de uma freira, nas preces de um sacerdote ou dentro dos muros da Santa Igreja. Santa? Em "Exorcismo: O Ritual Romano", graphic novel de terror da DarkSide Books, o leitor tem acesso aos recantos mais sombrios do Vaticano e testemunha um caso de possessão demoníaca que pode mudar para sempre o destino da humanidade.

Quando um bispo morre de maneira cruel, as últimas esperanças estão nas mãos do padre John Brennan, um exorcista renegado que a alta cúpula da Igreja considera ser um traidor. Convocado para enfrentar o mal que se entranha por trás dos muros do lugar sagrado, Brennan terá que encarar seus próprios demônios e a diabólica irmã Maria Giorgielli — uma freira tão infernal quanto o espírito derrotado por Ed & Lorraine Warren, retratado na franquia Invocação do Mal, de James Wan.

"Exorcismo: O Ritual Romano" é um grande exemplar da obra de El Torres, premiado roteirista de quadrinhos de terror e fantasia espanhol, que permanecia inédito no Brasil. Lançado originalmente em quatro volumes, com ilustrações tenebrosas de Jaime Martínez e cores sangrentas de Sandra Molina, Ritual Romano foi um grande sucesso na Europa e nos Estados Unidos.

“Sem dúvida, não acredito que objetivo do demônio seja o possuído; somos nós, os observadores.” — William Peter Blatty, O Exorcista

Com uma atmosfera soturna e carregada de suspense, o mais novo lançamento da DarkSide Graphic Novel traz um combo aterrador de escrita e ilustrações que fará os verdadeiros fãs do terror reverenciarem seus criadores. Um quadrinho que continuará assombrando seus leitores mesmo depois de lido, benzido e guardado de volta na estante: seus quadros expressivos ficam gravados na mente como a oração de exorcismo que todo darksider sabe de cor.


Apesar de ser uma obra de ficção, "Exorcismo: O Ritual Romano" apresenta uma versão do que poderia ter motivado a renúncia de Bento XVI. O papa alemão foi o primeiro a abdicar de seu ministério desde 1415. No texto em que analisa o processo de criação da graphic novel, El Torres conta que a semelhança não foi intencional. Ele já trabalhava com a ideia quando o Santo Pontífice anunciou seu afastamento. “A realidade contou a história mais rápido do que eu. Uma pequena vingança, já que normalmente costumo usar fatos aqui e ali quando estou construindo uma história”, afirma o autor.

A edição da DarkSide Graphic Novel, selo que expande o universo sombrio e fantástico da editora mais possuída do Brasil, chega em capa dura e corpo fechado, com a história completa e alguns bônus como estudos de ilustração, além de prefácio assinado por Paco Plaza, diretor e roteirista de rec. El Torres é um dos quadrinistas mais prolíficos da Espanha nos últimos anos. Seus trabalhos já foram publicados em países como França, Alemanha, Japão e Estados Unidos. Ele também realiza publicações independentes através de seu próprio selo, a Amigo Comics. Suas obras e séries de sucesso como The Veil, Nancy in Hell, Drums, The West- wood Witches e The Suicide Forest lhe deram o título de mestre do horror em suas terras. Por The Ghost of Gaudi, El Torres recebeu o prêmio de Melhor Obra na Barcelona International Comic Fair, em 2016.

Jaime Martínez trabalha como cartunista para várias editoras independentes norte-americanas. Alguns dos títulos publicados nos Estados Unidos são Kolchak: The Night Stalker Files e Wrath of the Titans: Revenge of Medusa. Ele também fez adaptações para quadrinhos de filmes, como é o caso do longa independente Ninjas vs. Zombies e da minissérie Dream Runner.


Paco Plaza, diretor e roteirista de REC:
“Diferente, inesperado, inquestionável. Uma dose de terror de primeira qualidade.”

Koukyou Zen:
“Bem vindo a um dos mais brilhantes pesadelos do Vaticano.”

Horror Talk:
“O horror se infiltra lentamente até que você fica assustado o bastante para virar a página […] Chocante, aterrorizante e terrivelmente divertido.”

Páginas: 128 | Autor: El Torres | Ilustrador: Jaime Martínez | Colorista: Sanda Molina | Tradutora: Letícia Ribeiro Carvalho | Gênero: Ficção/Terror | Adicione: Skoob | Compre: Loja Darkside Books (capa dura e com brindes)


Informações do Dark Blog

Filhos do Bem ou apenas descendentes do Mal?


O escritor Marcelo Lemes acaba de lançar seu mais recente livro, o romance "Destinos Invisíveis", pela editora Penalux. A história apresentada retrata a maldade humana que tende a escapar aos olhos do cotidiano. Faz o leitor conhecer, por meio de personagens peculiares, a verdadeira face do Mal, que desliza sorrateiro pelas sombras, destrói vidas, aniquila almas e jamais demonstra a própria identidade. 

Sobre o título, comenta o autor: “Destinos Invisíveis significa o sofrimento e a dor que há na vida de muitas pessoas, sentimentos aos quais ninguém tem acesso”. E desabafa: “São vidas para as quais ninguém se importa. Destinos que não possuem privilégios”. 

“A maldade está presente na alma humana e nem sempre podemos ver”, continua Lemes. “Há maldades dissimuladas que podem fazer parte do nosso cotidiano, levando-nos muitas vezes a abismos internos que cicatrizam nossas vidas para sempre. Ninguém está isento de conhecer alguém que pode ser as portas de uma ruína sem volta”.   
Assim como na vida, neste novo romance de Marcelo Lemes nem tudo é o que parece ser. Katarina, personagem principal, transpira juventude e, por onde passa, exibe um brilho de modelo internacional. No entanto, possui uma blindagem maligna, que forças ocultas lhe concederam no útero materno. Por isso desfila pela vida com serenidade, sem se preocupar com nenhuma consequência negativa. Se alguma satisfação custar o sofrimento alheio, não importa. 

Arrependimento não existe no dicionário dela. Portanto, o destino dessa protagonista é proporcionar fracassos e tragédias inimagináveis na vida dos personagens que, por sorte ou azar, cruzarem o seu caminho. 

“Ela só não sabe que a vaidade, quando menos se espera, vira o jogo e decide experimentar as armadilhas do próprio veneno”, sentencia o autor. 

Marcelo diz ter se esmerado na criação de uma figura maquiavélica, que passa por cima de todos, como um rolo compressor, em busca dos próprios interesses. “É relevante haver na literatura atual uma personagem que representa o egoísmo disseminado em nossa sociedade, tão fechada em suas individualidades e indiferente em relação ao próximo”, conclui. 

Ao nos conduzir por esta trama em que acompanhamos a trajetória de Katarina e dos personagens que fracassam por cruzarem a vida dela, Marcelo Lemes oferece uma perspectiva de vida um tanto quanto pessimista. É possível que a semente da desconfiança seja plantada na mente do leitor e se torne uma árvore de frutos amargos. Isto porque Destinos invisíveis não é um livro para leitores em busca de conforto emocional, mas é garantia de uma ótima leitura para os que buscam uma ótima história ao mesmo tempo envolvente, intensa e reflexiva.

“Quando Katarina era surpreendida pela vontade de fazer o que fosse, ela simplesmente fazia. Não deixava nenhum obstáculo convencê-la do contrário. Mas, de vez em quando, os pensamentos entravam na contramão das próprias ideologias. Com delicadeza, talvez para compensar a satisfação de fazer o pervertido dono de escritório conhecer uma dor equivalente à da traição, ela planejou viver uma fase transparente. Em terça-feira azul, acordou cansada de ser quem era, ou, pelo menos, de possuir um destino desenhado por mãos obscuras. Olhou para o futuro: nele, um perfume prateado a convidava para dançar”.

Páginas: 248 | Gênero: Ficção/Romance | Adicione: Skoob | Compre: Loja Penalux

O AUTOR

Marcelo Lemes nasceu na região sul do Brasil. É formado em Letras-Literatura e pós-graduado em Estudos Linguísticos e Literários, pela UENP. Professor de Língua Portuguesa e Literatura, vê nos livros um atalho para a sabedoria. Publicou os romances Nas vísceras de um suicida e Mariela e o Livro da Escuridão. Também escreve contos e crônicas. 



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Lançamento: "Agridoce", de Simone O. Marques


Oi, pessoal!

A Ler Editorial anunciou o lançamento do primeiro volume da série "Sabores do Sangue", escrita pela autora Simone O. Marques: "Agricode". Uma obra que mistura fantasia e muito mistério. Conheça um pouco sobre ele: 

SINOPSE: Anya sempre acreditou que carregava uma doença de pele que a impedia de sair ao Sol. Conformada em viver à sombra, ela vê sua vida mudar depois que cruza o caminho de um desconhecido na praia. Irresistivelmente atraída por seu cheiro e surpreendendo a si mesma, ela o ataca... e o morde. Então, descobre que sua doença vai além de viver longe do Sol, ela precisará se alimentar de sangue se quiser sobreviver.



Páginas: 304 | Gênero: Ficção/Fantasia/Suspense/Mistério | Adicione: Skoob | Compre: Amazon (e-book)

A obra está sendo publicada de forma digital através da Ler Editorial. Agora é embarcar em mais essa história escrita pela Simone O. Marques. Aproveitem!

Até a próxima, pessoal!



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Quando a audiência é mais importante que as vidas por trás de um crime

A obra tece crítica sobre a espetacularização da cobertura jornalística de grandes tragédias e narra a história de uma chacina pelas perspectivas das vítimas e do assassino. Uma reflexão em tempos de fake news e viralização de notícias via whatsapp. (foto: blog Entre páginas e café

O que parecia ser um belo domingo em família na praça principal da pacata cidade de Bento Costa, em Minas Gerais, se transformou em um terrível pesadelo. Eram por volta das nove da noite quando sete tiros são ouvidos, vindos de uma rua próxima à praça lotada, espalhando pânico e terror.

Resenha: "A Madona e a Vênus", de Catarina Muniz

Resenha por: Pedro Gabriel
Obra: A Madona e a Vênus
Autora: Catarina Muniz
Editora: Universo dos Livros
Gênero: Ficção/Romance
Páginas: 304  |  Ano: 2019
Onde Comprar: Amazon - Físico ou E-book
Adicione: Skoob
Nota: ★★★★★
Livro cedido pela autora.
SINOPSE: 1481, Florença, Itália. A cidade mais fremente do mundo, berço dos maiores pintores, arquitetos e escultores de toda a História, é o cenário de um intrincado triângulo amoroso entre a camponesa Francesca di Boscoli, a duquesa de Milão, Alessia Sforza, e o aspirante a pintor Vincenzo Mantovani. Francesca busca apenas paz em sua vida, já tão carregada de cicatrizes. Vincenzo espera ser reconhecido como um dos maiores artistas de seu tempo. E Alessia, a bela mecenas, busca impor sua vontade, custe o que custar! O Renascimento Cultural italiano é o pano de fundo deste romance que promete trazer ao leitor fortes emoções. Benvenuti!

👫💓🎨

Uma grande paixão pode mudar completamente a vida de duas pessoas e, em alguns casos, influenciar até mesmo na vida de outras ao seu redor. Pode despertar a ira de alguns e a compaixão em outros. Pode ser o início de uma fase marcante na vida... mas também pode ser o início de um inferno. Em "A Madona e a Vênus", conhecemos um casal apaixonado que tive os caminhos entrelaçados e foram golpeados pela ganância e uma paixão fajuta. 



Francesca é uma linda, doce e jovem camponesa que vivia uma vida tranquila em San Gimignano, na Itália, com seu pai viúvo e seus irmãos. Era uma mulher que dedicava sua vida aos afazeres de sua casa e a suspirar de amores por Giane, seu noivo. Mas foi por causa do próprio noivo que ela foi expulsa de seu lar. Genaro, seu pai, deu-lhe uma surra, cuspiu toda sua ira em palavras e a pôs para fora de casa, sem nada para comer e sem seus pertences. Ela foi a procura de ajuda de Giane - que tinha fugido da casa dela após o início da confusão - mas ele não deu o menor apoio nesse momento mais difícil da vida dela. Ela até sugeriu que eles fugissem juntos, mas ele não quis.


"-Mas... e eu, Giane? E NÓS! Isso não significa nada para ti? Tudo o que vivemos, tudo o que passamos? Não... Não me amas? Giane enfim a encarou. Analisou suas marcas, os hematomas arroxeados no rosto, nos braços, no colo. Engoliu seco e, finalmente, descarregou a resposta cruel:- Amo-te, Francesca, mas não o suficiente para desgraçar a minha vida por tua causa.O ar sumiu dos pulmões da moça."



Sozinha, sem comida, roupas, dinheiro, sem seu grande amor e temendo ser encontrada pelo pai e acabar levando outra surra ou coisa pior, Francesca partiu para Florença. Lá na cidade que respira artes, ela conseguiu uma taberna para dormir e ganhar algo para comer, mas em troca ela trabalharia cozinhando, servindo, limpando e fazendo tudo o que lhe era ordenado. Nesse lugar, Francesca comeu o pão que o diabo amassou... e bem amassado.

Todo tipo de humilhação era feita contra ela, comia muito pouco - além de ser uma comida duvidosa -, dormia no chão, usava roupas maltrapilhas, além de ser assediada pelos clientes do local e o próprio dono da taberna. Lágrimas lhe faltavam pois já tinha chorado tudo o que tinha pra chorar desde que foi expulsa de sua própria casa. Para Francesca, a vida estava sendo bastante cruel e ela não compreendia o porque de tantas humilhações.



Em meio à escravidão que vivia na taberna, eis que ela conhece Vincenzo, um jovem pintor bem apessoado que tirava o fôlego das mulheres com seu charme e sua beleza. Um homem que sonhava em mostrar sua arte para o mundo. O caminho dos dois se cruzam e ele a convida para ser retratada numa tela. Mesmo relutante e após muitas investidas, ela aceita. A necessidade para ela falou mais alto devido a situação em que se encontrava. 


"- Francesca, por favor, te afastes. Tu não sabes o que diz, não saber o que provoca... Não sabes como me sinto... Não sou forte como imaginava. .. Não contigo...A moça roubou-lhe o restante do oxigênio quanto tomou a mão direito dele, a beijou e a levou à face, depois, escorregou até o colo e declarou:- Não sejamos, Vincenzo. Não sejas forte... Não quero mais ser forte."



O que ela não esperava é que uma paixão florescesse naqueles dois corpos e o calor aquecesse os dois corações marcados por angustias e sonhos. Mas enquanto Francesca pensava que a vida já tinha lhe dado muitas surras, surge então a duquesa Alessia Sforza. A imponente mulher contrata Vincenzo para fazer uma obra na residência dela, em Roma. Pensando na oportunidade de expor sua pintura e ter seu nome ecoado pelo mundo das artes, Vincenzo aceita, mas esse será o início de uma saga que colocará em risco essa grande paixão. 


"A partir dali, apenas viveria. Ou melhor, vivenciaria! Experimentaria, enfrentaria, entregaria, cederia... Qualquer verbo que se fizesse entender que a paixão era real e inevitável para ambos."

Ambientado em 1481, na Itália, com os costumes e situações que abraçavam a época, "A Madona e a Vênus", escrito pela alagoana Catarina Muniz, traz em suas páginas uma narrativa apaixonante que fala sobre o perdão, sonhos, ganância, solidão e sobre o verdadeiro amor, o sentimento que moveu Francesca e Vincezo até o fim. 



A triste história deste casal é um convite a conhecer um pouco do que foi a Itália no período  renascentista, do que foi a luta dos pintores para ter o verdadeiro reconhecimento pela arte que amava dar vida e cores, de conhecer um pouco das vivências do local, entre tantas outras coisas. A história, apesar de ser uma ficção, traz muito da realidade. A autora até faz referências a obras, pintores e locais da época. É uma verdadeira viagem no tempo.

Toda a narrativa foi muito bem construída. Nela, conhecemos uma doce e jovem ingenua, que aprendeu com as surras da vida a se tornar uma mulher forte, pronta para enfrentar de peito erguido qualquer adversidade da vida. Do outro lado, conhecemos um jovem rapaz que ainda vivia um mundo de ilusões, mas que aprendeu da pior forma a valorizar o verdadeiro amor, o seu trabalho e se tornou um verdadeiro homem. Ao longo da história, conhecemos outros personagens marcantes, que dão um tempero ainda mais forte a história e faz dela um romance histórico divino. 



Confesso que antes de ler, imaginei que o triângulo amoroso da história fosse de um jeito, mas me enganei. Foi melhor do que pensei. Foi mágico e apaixonante e passa uma verdade dos sentimentos envolvidos. Quem lê vai entender o que digo. 

A autora fez uma brilhante pesquisa sobre o passado para construir essa narrativa incrível. Não é o meu primeiro contato com a escrita da Catarina. Já tive a oportunidade de ler o conto "A mania da Ninfa" ("Love Is In The Air", pela Ler Editorial - 2018) e conhecer "Carmim" (Ler Editorial - 2018), que foram ótimas experiências da minha vida pelo mundo dos livros. 



A autora possui uma escrita fluida, instigante, que passa uma verdade e mostra a delicadeza que ela tem ao abordar determinados temas e, claro, suas histórias sempre com a dose perfeita de eroticidade, de acordo com a temática da história. Nada de exageros ou sem nexo, tudo muito bem escrito. Um talento é um talento, né? Só tenho que parabenizar mais e mais Catarina Muniz por presentear a mim e seus outros leitores com mais essa obra apaixonante. 

Não deixem de embarcar nessa história linda, intensa e fascinante!

O livro foi publicado através da Universo dos Livros. A capa e contracapa são lindas, as folhas são amareladas, a fonte tem um tamanho agradável e a edição possui orelhas. Tudo muito bem caprichado.


"Cores vibrantes, repleta de luz e sensualidade, olhar lânguido, pedinte... e apaixonado! A treva e o clarão. A santa e a pagã. A razão e o desejo. A bênção e a paixão."

📚Boa leitura, pessoal!📚


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Novidades no blog!


Oi, pessoal. Tudo bem por aí?

Como vocês já puderam perceber, o blog está de visual novo. Um layout bem mais profissional e de fácil navegação. Além disso, mudei a fonte da logomarca e acrescentei outras coisitas mais ao longo do blog. 

Agora temos um menu no início e outro no final do blog, boxes com Quotes, Resenhas, Destaques, Lançamentos, Tags, Eventos, Entrevistas e Sorteios. Isso possibilita que o leitor possa ter uma diversidade de opções de conteúdos. E caso ele não encontre o que quer na home page, pode acessar o menu superior e fazer uma busca em maior profundidade.


Nova logomarca

No topo do blog, estão os links de acesso as redes sociais do blog, na lateral as editoras parceiras, no fundo os autores que também são parceiros, além de outros widgets que irão permitir ao leitor uma variedade de conteúdo. 

Espero que tenham gostado. Há muito tempo estou programando essa mudança, mas até então eu não tinha pensado num visual que me agradasse e conseguisse mostrar bem o conteúdo do blog para vocês. 

Aproveito para agradecer a vocês pelo apoio de sempre. Também agradecer aos autores e editoras parceiras por sempre estarem dando o apoio necessário para que o blog incentive ainda mais a leitura entre as pessoas. Desejo muito que este novo espaço traga ainda mais literatura para mim, vocês, leitores, e futuros internautas que irão conhecer o blog. 

E isso. Sinta-se "em casa". Uma bja para vocês! 


Att.
Pedro Gabriel 

Evento: Editora PenDragon na Bienal do Livro RJ - 2019


Oi, pessoal!

A Bienal do Livro é o principal evento literário do país. A edição deste ano será no Rio de Janeiro, entre os dias 30 e 08 de setembro e será realizada no Riocentro, na capital. E é claro que a Editora PenDragon não poderia ficar de fora. 

A editora vai ter diversas novidades neste ano: autores já consagrados, novos autores e novas histórias além de Espaço interativo, dias temáticos e encontros voltados a blogueiros. Tudo isso e muito mais no estande N77, que ficará localizado no pavilhão verde.

Dentre os autores da editora que já estão confirmados, estão: Brendo Hoshington, Felipe Saraiça, Landerson Rodrigues, Bernardo Stamato, Jacqueline F. Silva, Priscila Gonçalves, Cristy S. Angel, Carlos Henrique Abbud, Flávia Gonçalves, Gabriel Yukio Goto, Manuela Marques Tchoe, Mavi Tartaglia, Bruno Freischlag, entre outros. 

A PenDragon também anunciou que a coletânea "Enquanto as luzes não se apagam" será lançada no evento, nos dias 31/08 (16h) e 07/09 (16h). Além disso, será feito o lançamento de "Aika - A Canção dos cinco" e "Aika - O tabuleiro do Oráculo", escritos por Lúcia Lemos. Mas não para por aí. Vai rolar muitas outras sessões de autógrafos!

Aproveitem e dê aquele pulo lá no estande, certo? Haverá vários livros na promoção. Fiquem ligados! 



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Lançamentos: Ler Editorial (Julho/2019)


Oi, pessoal! Tudo bem por aí?

Hoje estou passando para apresentar dois super lançamentos que a Ler Editorial anunciou em julho e que com certeza já está dando o que falar entre os leitores apaixonados com romances. Trata-se dos livros "Muito Além do Perdão", escrito por Zeli Scheibel e "O Pássaro e a Âncora" escrito por Anna de Leão.

Lançamento: "Filha do ódio", escrito por Rute Moura


A autora Rute Moura lança a obra “Filha do Ódio”, um conto de fadas cruel e contemporâneo sobre jovem abusada em seu próprio lar. Sara é órfã de pai desde os dois anos e vive com sua mãe Maria e seus sete irmãos. Após a grande perda, a menina fica à mercê das maldades de sua família, principalmente de sua mãe, que não aceita que Sara seja mulher.