19/08/2012

O Jogo do Poder de hoje recebe Márcio Antônio Nascimento, na Rede CNT (19/08)

O Jogo do Poder de hoje recebe MÁRCIO ANTÔNIO NASCIMENTO, funcionário da Assembléia Legislativa do Paraná, colocado à disposição e que tem apresentado uma abordagem sobre os trabalhos no parlamento paranaense e que tem ganho a atenção de alguns veículos da mídia local.

Um olhar diferente e contestador sobre os trabalhos de renovação que estão em curso na Assembléia Legislativa e esse é o tema do programa.

As participações podem acontecer desde através do @jogodopoderpr.



Seguem algumas matérias que retratam a posição do nosso convidado:



O PARANÁ



Política Imprimir



Servidor posto no limbo por Rossoni protocola denúncia na Procuradoria



Sem trabalhar desde maio, ele diz que foi substituído por comissionado 05/08/2012 - 00:00 | atualizado em: 19/08/2012 - 13:42 Em “disponibilidade remunerada” pela Assembleia Legislativa desde maio, o servidor Márcio Antônio do Nascimento, um dos efetivos que foi declarado sem função na Casa pelo presidente da Assembleia, Valdir Rossoni (PSDB), e que, por não concordar em ser cedido ao Executivo, foi mandado para casa, com desconto nos salários, apresentou denúncia contra Rossoni ao procurador-geral de Justiça do Paraná, Gilberto Giacoia. Além de perseguição política, o funcionário, que diz estar sendo punido por ter trabalhado nas direções anteriores da Assembleia, denuncia que muitos dos efetivos afastados não tiveram o cargo extinto e sim foram substituídos por comissionados, em descumprimento à legislação e à recomendação do próprio Ministério Público. NOVOS CARGOS Segundo a denúncia, com o afastamento de servidores efetivos, diversos funcionários comissionados da relação de Rossoni ou dos novos diretores da Casa foram contemplados com novos cargos, funções gratificadas que aumentam em algumas vezes seus vencimentos, citando caso de servidor que teve o salário elevado de R$ 800,00 para R$ 12 mil. Nascimento cita também que um ex-motorista está ocupando um cargo de auxiliar com salários que já chegaram a R$ 14 mil, graças a gratificações, e um funcionário G5, com salário de R$ 1,8 mil, que recebe verba de representação, gratificação especial e gratificação de apoio administrativo, tendo seu salário elevado para R$ 10 mil. Gastos não recuaram Na denúncia o servidor aponta que, apesar de ter cortado o número de funcionários comissionados pela metade, manteve praticamente os mesmos gastos com pessoal na Casa. “No exercício de 2009, foi gasto com pessoal o valor de R$ 255 milhões com um quadro de 2.394 comissionados. Já em 2011, com 1.174 comissionados, o gasto foi de R$ 246 milhões. Isso significa que metade dos comissionados de hoje recebem o dobro do que recebiam os comissionados de ontem”, diz. Lembrando a ação da Ordem dos Advogados do Brasil contra o excesso de comissionados na Assembleia, o denunciante pede providências do MP contra a desproporcionalidade entre comissionados e efetivos. Segundo a denúncia, há 476 funcionários efetivos na Casa, e 1.218 comissionados. Desses, 782 estão nos gabinetes dos deputados, o que se justificaria, devido a alternância de parlamentares, mas 264 estão na administração da Casa, o que seria, para o servidor, uma ilegalidade. Economia? Nascimento também volta a questionar o anúncio de economia de R$ 90 milhões anunciada pela Assembleia no ano passado. Ele compara os gastos de 2010 (R$ 293 milhões) com os de 2011 (R$ 297 milhões) e alega que ao invés da declarada economia ocorreu, na verdade, um aumento não justificado nos repasses para o Legislativo, que saltaram de R$ 324 milhões, previstos no Orçamento de 2011, para R$ 370 milhões. O funcionário finaliza a denúncia insinuando outras irregularidades que teriam sido cometidas pela atual gestão da Assembleia, como gastos excessivos em reformas e aditivos contratuais com empresa de segurança.  



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REVELIA.com.br

Servidor posto no limbo por Rossoni protocola denúncia na Procuradoria


Em “disponibilidade remunerada” pela Assembleia Legislativa desde maio, o servidor Márcio Antônio do Nascimento, um dos efetivos que foi declarado sem função na Casa pelo presidente da Assembleia, Valdir Rossoni (PSDB), e que, por não concordar em ser cedido ao Executivo, foi mandado para casa, com desconto nos salários, apresentou denúncia contra Rossoni ao procurador-geral de Justiça do Paraná, Gilberto Giacoia.
Além de perseguição política, o funcionário, que diz estar sendo punido por ter trabalhado nas direções anteriores da Assembleia, denuncia que muitos dos efetivos afastados não tiveram o cargo extinto e sim foram substituídos por comissionados, em descumprimento à legislação e à recomendação do próprio Ministério Público. 
NOVOS CARGOS
Segundo a denúncia, com o afastamento de servidores efetivos, diversos funcionários comissionados da relação de Rossoni ou dos novos diretores da Casa foram contemplados com novos cargos, funções gratificadas que aumentam em algumas vezes seus vencimentos, citando caso de servidor que teve o salário elevado de R$ 800,00 para R$ 12 mil. Nascimento cita também que um ex-motorista está ocupando um cargo de auxiliar com salários que já chegaram a R$ 14 mil, graças a gratificações, e um funcionário G5, com salário de R$ 1,8 mil, que recebe verba de representação, gratificação especial e gratificação de apoio administrativo, tendo seu salário elevado para R$ 10 mil.
Gastos não recuaram
Na denúncia o servidor aponta que, apesar de ter cortado o número de funcionários comissionados pela metade, manteve praticamente os mesmos gastos com pessoal na Casa. “No exercício de 2009, foi gasto com pessoal o valor de R$ 255 milhões com um quadro de 2.394 comissionados. Já em 2011, com 1.174 comissionados, o gasto foi de R$ 246 milhões. Isso significa que metade dos comissionados de hoje recebem o dobro do que recebiam os comissionados de ontem”, diz. 
Lembrando a ação da Ordem dos Advogados do Brasil contra o excesso de comissionados na Assembleia, o denunciante pede providências do MP contra a desproporcionalidade entre comissionados e efetivos. Segundo a denúncia, há 476 funcionários efetivos na Casa, e 1.218 comissionados. Desses, 782 estão nos gabinetes dos deputados, o que se justificaria, devido a alternância de parlamentares, mas 264 estão na administração da Casa, o que seria, para o servidor, uma ilegalidade.
Economia?
Nascimento também volta a questionar o anúncio de economia de R$ 90 milhões anunciada pela Assembleia no ano passado. Ele compara os gastos de 2010 (R$ 293 milhões) com os de 2011 (R$ 297 milhões) e alega que ao invés da declarada economia ocorreu, na verdade, um aumento não justificado nos repasses para o Legislativo, que saltaram de R$ 324 milhões, previstos no Orçamento de 2011, para R$ 370 milhões.
O funcionário finaliza a denúncia insinuando outras irregularidades que teriam sido cometidas pela atual gestão da Assembleia, como gastos excessivos em reformas e aditivos contratuais com empresa de segurança.

Um comentário:

  1. Eu também sou uma vítima da gestão Rossoni, com 27 anos de casa fui colocada a disposição, e tachada como fantasma, não quis ficar em disponibilidade, estou prestando serviço em uma Secretaria do Estado, só volto p/ a Assembléia quando este Srº Rossoni não estiver mais no poder, pois até agora ele se mostrou como um carrasco.É claro que na frente das câmeras ele se mostra com outra cara, mais um dia a mácara vai cair!

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