26/09/2013

Escultura em homenagem a Zé Peixe é inaugurada no Museu da Gente Sergipana

A escultura foi modelada no tamanho original de Zé Peixe
(foto: Pedro Gabriel)
Na noite da última quarta-feira, 25, foi inaugurada, no Museu da Gente Sergipana, uma escultura feita em homenagem ao lendário Zé Peixe, que foi batizada de "O Prático", a obra foi modelada em concreto armado pelo artista Elias Santos, e relata um mergulho simbólico no espelho d'água que tem no jardim frontal do museu. Marcaram presença na homenagem, o governador em exercício, Jackson Barreto, a Secretária de Estado da Cultura, Eloísa Galdino, o famoso poeta, Araripe Coutinho, o ex-prefeito Edvaldo Nogueira, o Secretário Municipal da Cultura de Laranjeiras, Irineu Fontes, a irmã de Zé Peixe, Rita Ribeiro, o cordelista, Ronaldo Dória e muitas outras personalidades sergipanas.
Seguindo as homenagens a Zé Peixe, também foi apresentado, na última quarta-feira, uma parte do espetáculo "Zé, o menino que queria ser peixe", da Cia. Teatral Sultifera Navis, que conta a história de Zé Peixe de uma forma bem divertida fazendo com que as crianças conheçam mais sobre ele. A peça estará sendo apresentada no Museu da Gente Sergipana por uma pequena temporada.
A exposição "Zé Peixe, além das águas" ficará aberta ao público até novembro.

Zé Peixe
José Martins Ribeiro Nunes, mais conhecido como Zé Peixe (Aracaju, 5 de janeiro de 1927 - Aracaju, 26 de abril de 2012), foi um prático brasileiro que se tornou uma figura lendária no estado de Sergipe, devido ao seu modo incomum de exercer sua atividade. Foi agraciado com diversos prêmios e homenagens, e é lembrado como uma dos sergipanos mais notórios de todos os tempos.
Por muitos anos, Zé Peixe atuou como prático conduzindo embarcações que entravam e saíam de Aracaju, pelo Rio Sergipe. O inusitado, em sua tarefa, se devia ao fato de não não necessitar de embarcação de apoio para transportá-lo até o navio. Quando havia um navio necessitando entrar na barra do Rio sergipe, ele nadava até o navio. Da mesma forma após conduzir o navio até fora da barra ele saltava e voltava para a terra nadando. Algumas vezes ele saia em uma embarcação e nadava até uma boia que sinalizava o acesso a barra de Aracaju onde aguardava as embarcações que necessitavam de seus serviços para entrar na barra.

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